Pequenos veículos têm grande número de adeptos nas cidades do país asiático
Dentre as várias coisas exóticas existentes no Japão, o segmento de automóveis parece não fugir a regra, com os chamados “kei cars”. Conhecido por lá como “Jidousha” que em tradução para o português fica algo como “carro leve”, os pequeninos despertam curiosidades pelas suas minúsculas medidas até mesmo para os padrões brasileiros.
Regras para enquadramento
Além da rigidez de tamanho para se encaixar no quesito, os veículos não podem ter mais que 63 cavalos de potência ou em termos técnicos, 660 cm3. Quanto as dimensões máximas, os modelos não podem ultrapassar 3,40 metros de comprimento, 1,48 de largura e 2 metros de altura.
Para se ter uma ideia de porte, o Renault Kwid vendido no mercado brasileiro contém as seguintes medidas: 3,68 metros de comprimento, 1,57 metros de largura e 1,47 metros de altura.
Para melhor aproveitamento do espaço interno, a maioria absoluta conta com linhas retas e design com formato quadrado além de utilizarem portas corrediças nas versões mais atuais, semelhantes a que vemos em vans escolares e outros veículos comerciais asiáticos presentes em terras brasileiras.

Foto: Honda N-Box
Presença no Brasil
Os kei cars já marcaram presença em nosso país, sendo o mais famoso um modelo da Subaru, chamado de Vivio.

Foto: Subaru Vivio teve presença no Brasil na década de 90
Outros que desembarcaram por aqui foram da marca Daihatsu como o Cuore, uma espécie de hatchback e o Terios, um pequeno SUV que poderia até ter um relativo sucesso nos dias de hoje, frente ao domínio desta categoria nas ruas.

Foto: Daihatsu Terios – quando os “SUVs” ainda estavam longe de dominar as ruas
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