Dirigido por Michał Kwieciński e estrelado por Eryk Kulm, Joséphine de La Baume, Victor Meutelet, Martyna Byczkowska, Karolina Gruszka, Maja Ostaszewska, Dominika Ostałowska, Lambert Wilson, Kamil Szeptycki e Michal Pawlik.
Esse filme é um drama biográfico polonês de época lançado internacionalmente em 2025. O filme é dirigido pelo cineasta polonês Michał Kwieciński e traz o ator Eryk Kulm no papel do lendário compositor Frédéric Chopin.
A trama se passa principalmente na década de 1830 e acompanha a vibrante e melancólica rotina de Chopin em Paris, no ano de 1835. Aos 25 anos, o compositor transita pela alta sociedade e pelos círculos aristocráticos franceses. Enquanto lida com os primeiros e graves sintomas de sua doença pulmonar crônica, ele tenta garantir o sustento dando aulas de piano, realizando concertos íntimos e buscando romances na realeza, tudo isso enquanto compõe algumas de suas maiores obras-primas musicais.
O longa abriu o Festival de Cinema Polonês em setembro de 2025 e estreou nos cinemas poloneses em outubro de 2025. A distribuição internacional e a exibição em circuitos e festivais de outros países começaram a ocorrer a partir de maio de 2026.
O filme aborda de maneira sensível a genialidade do compositor polonês, a agitação cultural dos salões parisienses e a corrida contra o tempo ditada pela fragilidade de sua saúde.
Eu vou analisar por partes. Primeiro, gostaria de dizer que adorei as músicas. Sou uma amante de músicas clássicas e me vi fechando os olhos, em uma boa parte do filme para apreciar um pouco melhor aquelas músicas. O filme realmente tem um tom melancólico e mais interno. As ruas de Paris viviam escuras e cinzentas. Além, é claro, cobertas de neve. Justamente o contrário do que Chopin precisava.
Confesso que se eu fosse Chopin teria visto a saúde primeiro. Mesmo não seguindo as regras 100% daquilo que os médicos me impõe, mas também não faço igual a ele. Acho que sou meio termo e na primeira tossida mais forte, teria mudado para um lugar onde tivesse sol o ano todo.
Chopin era uma alma solitária. Alguém que preferia ficar sozinho e tocando o seu piano a ficar rodeado de pessoas. E isso era nítido. Eu fiquei pensando sobre sua carreira, vida e saúde. E me fez refletir muito sua teimosia em não sair daquele palácio e ficar até o seu último suspiro tocando piano. Eu consigo entender sobre obsessão e paixão a uma profissão ou até mesmo um instrumento musical e também sei que a medicina no século XIX era muito inferior a nossa (Do Século XXI).
E mesmo sabendo da precariedade da medicina, ainda assim escolho ter obedecido às ordens médicas. Teve uma hora no filme que a amante dele (a escritora George Sand) disse que ela já estava acostumada em ficar para escanteio por causa de Chopin amar a doença e a música em primeiros lugares, me fez concordar com ele. Parecia que a música era a única coisa que motivava Chopin a acordar todos os dias.
Chopin deve estrear nos cinemas brasileiros dia 28/05. Consulte a programação das salas da sua região e adquirir ingressos antecipados diretamente pela plataforma Ingresso.com.
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