Charlie Watts foi o lendário baterista dos The Rolling Stones por quase seis décadas, consagrado como a espinha dorsal e a força rítmica da icônica banda de rock britânica.
Nascido em Londres no dia 2 de junho de 1941, ele faleceu pacificamente aos 80 anos em 24 de agosto de 2021. Watts era amplamente respeitado não apenas por sua precisão cirúrgica no instrumento, mas também por sua postura elegante, discreta e avessa aos excessos estereotipados do estilo de vida de um rockstar.
Charlie Watts começou a tocar bateria por volta de 1954, quando tinha cerca de 13 anos. Aos 13 anos, fã de jazz, ele improvisava ritmos usando uma cabeça de banjo como tambor. Ele ganhou sua primeira bateria real de presente de Natal em 1955.
Ele começou a se apresentar profissionalmente em clubes de jazz de Londres na banda Jo Jones All Stars. Ele conciliava a música com o seu trabalho de designer gráfico em 1958-1959. Após passar pelo grupo Blues Incorporated, Charlie se juntou oficialmente aos The Rolling Stones em janeiro de 1963, onde permaneceu como o ritmo icônico da banda até o fim de sua vida
Sua grande paixão era o jazz, ritmo que moldou diretamente sua forma de tocar. Sua batida marcou hinos imortais como “(I Can’t Get No) Satisfaction”, “Paint It, Black”, “Gimme Shelter” e “Sympathy For The Devil”.
Charlie Watts era considerado um verdadeiro cavalheiro. Sempre impecavelmente vestido, ele entrou para o Hall da Fama Internacional dos Mais Bem Vestidos da revista Vanity Fair.
Após enfrentar e superar um câncer na garganta em 2004, Watts sofreu complicações de saúde que o afastaram dos palcos poucas semanas antes de falecer em um hospital londrino. Antes de sua partida, ele próprio recomendou o músico Steve Jordan para assumir as baquetas nas turnês da banda. Até hoje, Watts é lembrado com carinho profundo por seus companheiros de grupo e reverenciado pela revista Rolling Stone como um dos maiores bateristas de todos os tempos.
Confesso que eu gostava de seu estilo de tocar e o seu jeito de se vestir e de se portar. Para mim, era um dos melhores bateristas. Blues e Jazz são dois dos meus gêneros favoritos de todos os tempos.
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