O ex deputado federal, Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo se reuniram com integrantes do Departamento de Estado dos EUA nesta quarta, dia 16 de setembro para pedir formalmente a imposição de sanções contra os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Flávio Dino, todos do Supremo Tribunal Federal (STF). O encontro aconteceu em Washington um dia depois do Supremo Tribunal Federal fazer um julgamento de repercussão envolvendo um inquérito contra Moraes no “Caso Master”.
Eles defendem que o ministro Alexandre de Moraes continua formalmente designado sob a Lei Global Magnitsky e dizem que não há razões para que ele não volte para a lista SDN (pessoas com ativos bloqueados) do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), órgão ligado ao Tesouro norte americano, do qual havia sido retirado em dezembro de 2025.
Sobre Gilmar Mendes e Flávio Dino: Foi pedido a extensão de medidas restritivas a ambos sob a alegação de que estariam prestando “apoio material” a um indivíduo designado (Alexandre de Moraes), e isso justificaria suas inclusões na lista de sanções.
Durante a abordagem, eles também citaram um relatório recente da Casa Branca criticando a atuação do governo brasileiro no combate às facções criminosas PCC e Comando Vermelho, usando o documento para aumentar a pressão institucional sobre o cenário brasileiro.
A possibilidade de novas sanções norte americanas já foram rebatidas publicamente pelo ministro Flávio Dino durante a sessão do Supremo Tribunal Federal, na terça, dia 15 de Setembro. O ministro criticou as tentativas de pressão do outro país em cima do STF e declarou expressamente que sua postura jurisdicional não vai ser alterada por possíveis ameaças ou medidas vindas dos EUA.
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