A deputada estadual eleita Eduarda Campopiano (PL-SP) declarou que “feminicídio não existe”. Ela fez essa declaração publicamente durante participações em podcasts e debates e gerou ampla repercussão e críticas no cenário político nacional.
A deputada disse em entrevista, que o termo feminicídio é uma “armadilha semântica” e que nenhuma mulher morre por ser mulher. E defende que esses homicídios deveriam ser enquadrado como crimes passionais e que as motivações envolvem fatores externos como o fim não aceito de uma relação ou traição e não o gênero da vítima.
Mas os dados indicam o contrário, O Brasil registrou um total de 7.341 vítimas de feminicídio nos últimos 5 anos (2021 – 2026). Esses dados são do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) divulgados no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.
Segundo foi noticiado pelo G1, a deputada mais votada do PL no Rio Grande do Sul rebateu o posicionamento de Eduarda e o classificou como uma “bobagem” que ignora a violência diária enfrentada pelas mulheres. A jornalista Adriana Araújo, âncora do Jornal da Band também criticou o posicionamento de Eduarda e afirmando que o discurso feita por ela nega a realidade estatística do país e reforça o apagamento da violência de gênero.
Fontes: G1, Terra,
![]()
