Daniella Dutra, de 21 anos, tornou público seu perfil nas redes sociais durante o segundo turno para falar sobre política e alcançar pessoas fora de seu círculo habitual.
Ela aumentou a frequência das publicações e passou a interagir com eleitores de outros estados. “A gente tem que também saber falar com as pessoas de fora”, afirmou.
Bruna Lima, de 20 anos, participa de banquinhas vira-voto em pontos de ônibus e universidades. “A gente está indo sempre para olhar olho no olho do trabalhador e falar: por que você votou no Flávio Bolsonaro? Ou então por que você não saiu de casa para votar? E dar argumentos, debater, trazer fatos, trazer a história para que a gente consiga, de fato, fazer essa virada”, declarou.
Já a estudante Maria Clara Lobão, de 16 anos, iniciou debates sobre política em sua escola, embora o voto seja facultativo para sua faixa etária. Ela relatou que alguns colegas passaram a rever posições políticas anteriormente influenciadas pela opinião dos pais e começaram a pesquisar por conta própria.
Fonte:diariodocentrodomundo.com.br
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