Eleito para quatro mandatos presidenciais. Com consistente histórico de benefícios para os mais carentes do país mais desigual do planeta, o pernambucano Luís Inácio “Lula” Silva já pode ser considerado o maior estadista brasileiro em toda a história.
Sua imagem, aos 81 anos, pulando de alegria, forçando o último fôlego de voz, abraçando e beijando os apoiadores, é inesquecível. Quando Barack Obama disse que ele era “o cara”, não estava enganado.
O respeito internacional ao novo presidente brasileiro só faz aumentar. Ele mesmo parece ter percebido a grandeza que representa para tanta gente. E prometeu governar mais próximo ao povo no mandato que começará em 2027.
O que as urnas mostraram no primeiro turno assustou muita gente. A possibilidade real da volta ao poder do arbítrio, da prepotência e do desrespeito às mais básicas leis da humanidade.
Ah, não! De novo? O despertador soou para os que têm mais a perder com o autoritarismo: os mais jovens e os mais velhos. Os mais pobres, da classe E, já estavam com Lula, mostravam as pesquisas.
As cenas mais marcantes do segundo turno das eleições presidenciais deste ano foram as dos idosos e doentes se dirigindo às sessões eleitorais, às vezes em cadeira de rodas, para votar em Lula.
Nunca houve na história das pesquisas desse país, um erro tão unânime tão absoluto quanto o deste ano. Não houve termômetro capaz de captar a onda emocional que arrastou tanta gente às urnas.
Nunca houve tanta pesquisa paga no país. Mais de 100 registradas no TSE. Milhões de votos para lá, milhões de reais para cá. Conta vai, conta vem e estavam todos apontando para a vantagem do 22 contra o 13.
Mas começa a aparecer gente na rua, aparece quem não votou, aparece outro tanto que não queria Flávio nem Lula, mas se surpreendeu com a petulância do jovem postulante.
Dona Luzinete, 84 anos, do interior do Ceará, não conseguiu registrar sua preferência no primeiro turno. Os números que começavam na escolha do deputado federal, depois iam para os dois senadores, governadores e só no final para o presidente, não cabiam na sua cabeça.
Além do mais, pensou, Lula não precisava do meu voto. Mas precisou. No segundo turno foram só dois numerozinhos, o 1 e o 3. Mais fácil para sua mão acostumada à roça, apertar. E mais uma ajuda da filha que a acompanhou e orientou.
O filho da cunhada Rosa, jovenzinho, já nasceu com luz e água em casa. Parece que estava ali desde sempre. Queria mudar. Mudar pra quê? Não sabia dizer. Mas não houve quem o fizesse entender o contrário.
Foi a formiga votando no inseticida. Coitada!
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Lula é gigante! Getúlio também foi, eu acredito que esse grande homem será lembrado por séculos, nas salas de aula e por todos.
Cada um em sua época, mas acho que tem uma história mais rica do que o Gaúcho
Parabéns pela iniciativa temos que combater estes fascistas que desejam enganar nosso povo e entregar o Brasil ao U.S.A.
Que texto maravilhoso.
Mais uma vez, Lessa nos presenteia.
LULA, costumo afirmar, é o Maior e ÚNICO Líder popular da história do Brasil.