Análise “Despertar de Um Pesadelo” (1996)

Critica de Filmes

Um dos grande filmes de ação dos ano 90, com ótimo protagonismo feminino

Samantha (Geena Davis) teve seu passado apagado de sua memória, ela não se lembra o que aconteceu 8 anos antes, agora trabalha como professora, ela tem o seu namorado Hal (Tom Amandes) e sua filha Caitlin (Yvonne Zima).

Após sofre um acidente, sua memória vai tendo lapsos de memórias onde começa a desenvolver técnicas de sua antiga vida.

Samantha aparece na TV em um desfile de natal, onde é vista por fantasmas do passado que querem se vingar e matar ela, porém Samantha começa a lembrar que tem habilidades para matar.

Samantha se une ao detetive charlatão Mitch Henessey (Samuel L. Jackson) que vai ajudar ela, e se descobre que Samantha na verdade é Charly que foi uma assassina profissional, então os pontos começam a ser ligados, enquanto ela e Mitch enfrentam varios assassinos que querem matá-los, onde o principal assassino é Timothy (Graig Bierko).

Esse filme escrito por Shane Black que na época foi o roteiro mais caro já vendido em Hollywood, e dirigido pelo diretor finlândes Renny Harlin, na época do filme era casado com a Geena Davis, foi pensado em sequências que nunca aconteceu.

Um baita filmaço de ação parecendo até um suspense, cheio de tiros, explosões, cenas bem inteligentes e estratégicas para o filme do gênero, com bastante criatividade tendo bastante interação e confrontos envolvendo os personagens, envolvendo até alguns momentos de alivios comicos.

Geena Davis e Samuel L. Jackson estão em boa sintonia, a atmosfera do filme é sensacional, recheado de ação, filme bem movimentado, um roteiro muito bem orquestrado.

No elenco também tem David Morse Brian Cox, Patrick Malahide, Alan North, Melina Kanakaredes, Edwin Hodge, Larry King.

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3 thoughts on “Análise “Despertar de Um Pesadelo” (1996)

  1. Eu nunca assisti esse filme todo, mas sei que ele é comentado até hoje. Irei vê-lo completo assim que for possível. Partircularmente gosto bastante de alguns filmes do Shane Black. Gostei muito de “Beijos e Tiros” e “Dois Caras Legais”. Parabéns pela análise, André!

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