Análise do filme Missão: Matar! (1972)

Critica de Filmes

Direção: Alberto Pieralisi.

Elenco Principal: Tarcísio Meira (José da Silva), Rubens de Falco, Nádia Lippi, Rodolfo Arena.

Um assassino profissional é contratado para chegar ao Brasil e eliminar um dos delegados diplomáticos que estão no Rio de Janeiro para a convenção anual da Organização dos Estados Americanos, a OEA. O único que pode impedir que o facínora execute o plano é o agente brasileiro da Interpol, José da Silva, que fará tudo para acabar com os planos do criminoso.

Uma grata surpresa que nem todo o excesso de canastrice por segundo de Tarcísio Meira consegue estragar. Um bom suspense policial que depois de um início um tanto lento ganha força e vai se tornando cada vez mais frenético (dadas as limitações da produção, é claro). Tarcísio Meira é o protagonista, um agente da Interpol que parece agir como se fosse um James Bond tupiniquim (com direito a sua “Moneypenny” e tudo mais). Quem termina roubando a cena é o “Joe Spinell” nacional, Luis de Lima, que interpreta o assassino  profissional Nacio Mendes. O filme pode ser descrito como uma espécie de “O Dia do Chacal” brasileiro (levando em consideração que foi feito um ano antes do filme de Fred Zinnemann e um ano depois da publicação do livro de Frederick Forsyth) e que tirando alguns pontos negativos que não chegam a prejudicar a trama, entrega um roteiro amarradinho e envolvente. Uma boa surpresa obscura.

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