Análise “Rios Vermelhos” (2000)

Critica de Filmes

Um thriller francês de qualidade, uma história de serial killer com o típico plot twist esperado

Ao estilo de filmes como Seven, Ressurreição, O Colecionador de Ossos, O Silêncio dos Inocentes, retratando esse filme que policiais investigam homicídios brutais.

O filme Rios Vermelhos, é uma adaptação do livro de 1998, Les Rivières pourpres escrito por Jean-Christophe Grangé.

Uma série de assassinatos ocorrem no campus universitário da cidade de Guernon, nos Alpes franceses, corpos torturados, mutilados, com os olhos arrancados.

Dois detetives policiais estão trabalhando para solucionar esse caso horrendo, o veterano e conceituado Pierre Niémans (Jean Reno) que vem de Paris designado para missão, e também o tenente novato e descontrolado Max Kerkerian (Vincent Cassel), os dois estão investigando sozinho os crimes ocorridos, mas seus caminhos serão cruzados e vão passar a trabalhar juntos.

Na história dos crimes brutais, tem organização secreta, seitas religiosas, muitas reviravoltas.

O filme não apresenta nada de novo, tem algumas barrigas e história para preencher momentos, por exemplo uma luta intensa de Vincent Cassel contra dois suspeitos, fica mais como uma cena de aventura, de preenchimento aleatório do que algo que faça sentido.

Mas o filme tem suas competências na direção de Mathieu Kassovitz, fotografia e cenas bem executadas, utilizando bem os enquadramentos, fazendo um padrão de cores frias, utilizando muito a paleta vermelha para simular sangue e o branco para neve.

O ritmo da história é legal, apesar de ser mais do mesmo consegue fazer um filme de serial killer bem interessante.

No elenco também estão Nadia Farès, Dominique Sanda, Karim Belkhadra, Jean-Pierre Cassel, Didier Flamand, Philippe Nahon, Nicky Naudé, Vincent Tulli, Robert Gendreu, Christophe Bernard, Francine Bergé, Karim Belkhadra

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