O trágico ataque na fábrica da Bombril em São Bernardo do Campo (SP) ocorreu na manhã do sábado, 1º de agosto de 2026. O crime foi cometido por um funcionário terceirizado de 33 anos, identificado como o operador de empilhadeira Claudio Henrique da Silva, que esfaqueou e matou três colegas de trabalho antes de tirar a própria vida na delegacia.
Claudio estava em seu dia de folga e foi até a unidade da Bombril no bairro Rudge Ramos exclusivamente para realizar o ataque, por volta das 5h50 da manhã. Os três homens que faleceram no local foram identificados como José Guilherme Victoriano de Moura (54 anos, conferente), Edvaldo Santos da Silva (44 anos, supervisor) e Douglas de Souza Vieira (39 anos, operador de empilhadeira). Douglas teria sido atingido ao tentar intervir e defender os colegas.
Tanto o agressor quanto as vítimas eram funcionários da TPC, uma empresa de logística que presta serviços terceirizados para a Bombril. Testemunhas e investigações preliminares da Polícia Civil apontam que o autor alegava sofrer bullying e provocações constantes por parte de duas das vítimas. A empresa também mencionou que ele teria sofrido um “surto” no momento do crime.
Após cometer os assassinatos, o agressor foi contido por testemunhas no pátio da fábrica e preso em flagrante pela Polícia Militar. Ele foi encaminhado ao 2º Distrito Policial de São Bernardo do Campo, mas acabou cometendo suicídio dentro da carceragem da delegacia poucas horas depois. A Corregedoria da Polícia Civil abriu uma apuração paralela para investigar as circunstâncias dessa morte dentro da unidade policial.
A Bombril emitiu uma nota oficial repudiando veementemente o ocorrido, informando que acionou imediatamente as autoridades e que está prestando o acolhimento necessário. A prestadora de serviços TPC também lamentou a tragédia e afirmou estar colaborando integralmente com o inquérito policial conduzido pela equipe de homicídios da DEIC regional.
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