Dirigido por Mark Osborne e estrelado por Jeff Bridges, Rachel McAdams, James Franco, Mackenzie Foy, Paul Rudd, Marion Cotillard, Benicio del Toro, Paul Giamatti e Ricky Gervais.
Essa animação é uma adaptação moderna, delicada e poética do clássico de Antoine de Saint-Exupéry. E combina duas narrativas: A história original do Pequeno Príncipe e uma nova trama criada especialmente para a animação. E nessa nova trama temas como: imaginação, amizade, perda e o processo de crescer são vistas.
A protagonista é uma menina inteligente e extremamente organizada (Mackenzie Foy). Ela é criada por uma mãe exigente e que planeja cada minuto da vida da filha (Rachel McAdams).
Prestes a entrar em uma escola de prestígio, a menina se muda para um novo bairro. Acontece um acidente provocado por seu vizinho excêntrico, O Aviador (Jeff Bridges). A hélice de um avião abre um enorme buraco em sua casa. A menina fica curiosa para saber como o objeto parou ali e decide investigar.
Esse Aviador é um homem mais velho que vive cercado de invenções, instrumentos e lembranças de uma vida cheia de aventuras.
No começo a menina acha o Aviador estranho, mas aos poucos os dois criam uma forte amizade. E ele começa a contar a história de um pequeno Príncipe que conheceu no deserto há anos atrás.
Ele contando para a menina que o Pequeno Príncipe veio de um asteroide distante e por meio de desenhos e relatos, o Aviador mostra à menina personagens icônicos do livro, como: A Rosa Orgulhosa (Marion Cotillard), o Rei (Bud Cort), o Homem de Negócios, o Acendedor de Lampiões, entre outros. E sempre revelando lições profundas sobre humanidade, amor e responsabilidade.
A menina fica inspirada por essas narrativas e redescobre sua própria capacidade de sonhar e imaginar. Algo que ela tinha parado de fazer por ter uma rotina rígida e por ter sido sufocado todos esses sentimentos e sensações.
A saúde do Aviador começa a piorar, e a menina fica com medo de perdê-lo. Motivada pelos sentimentos que se desenvolveram e pelas lições aprendidas com ele, ela embarca em uma aventura fantástica: e vai a busca do Pequeno Príncipe, agora crescido e distante de sua essência. E perdido em um mundo cinzento e burocrático.
A jornada culmina em uma reflexão tocante sobre o que significa crescer sem deixar de ser criança, manter viva a capacidade de ver com “o coração” e reconhecer que os laços afetivos, como o do Pequeno Príncipe e sua Rosa, são eternos e fazem parte de algo essencial de quem somos.
Isso de crescer sem deixar de ser criança é manter viva a nossa criança interior. Que todos nós temos. É extremamente importante para a nossa saúde emocional e física mantermos essa criança feliz e saudável e sermos capazes de ouvirmos o nosso coração ou até mesmo vermos com o “coração”.
Por fim, a menina aceita de forma mais sensível e humana os desafios de sua vida. A mãe aprende a equilibrar disciplina com afeto e o legado do Aviador e do Pequeno Príncipe, permaneceu vivo na menina.
A animação encerra ressaltando a importância da imaginação, da amizade e daquilo que é invisível aos olhos. Confesso que gostei muito dessa animação e teve momentos que fiquei emotiva. E acho que vale a pena conferir. Eu gostei tanto quanto a versão clássica de 1974. Mas, e vocês? O que vocês acharam?
Quem quiser comentar, fique a vontade. Um beijo a todos e até a próxima matéria.
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