Análise do filme “Escape Room” (2019)

Critica de Filmes

Direção: Adam Robitel

Elenco: Taylor Russell, Logan Miller, Deborah Ann Woll, Jay Ellis, Tyler Labine, Nik Dodani e Yorick van Wageningen.

Um filme que não consegue atingir todo seu potencial

“Escape Room” (2019) é um filme de terror que tenta se destacar com uma mistura de “Jogos Mortais” e “O Albergue”, mas acaba caindo em clichês e previsibilidade. O filme segue um grupo de pessoas que são forçadas a participar de um jogo de escape room (escapar de um local), mas logo descobrem que a realidade é muito mais sombria do que imaginavam.

O filme que começa com uma premissa interessante, mas rapidamente se perde em um mar de clichês e reviravoltas previsíveis. A tentativa de criar um terror mais “limpo” para uma censura baixa acaba resultando em um filme que não é nem assustador nem emocionante.

A direção de Adam Robitel é funcional, mas não consegue elevar o conteúdo além do previsível. Os personagens são estereotipados e mal desenvolvidos, o que torna difícil se importar com o destino deles.

O maior problema do filme, no entanto, é o epílogo. Longe de ser um grande desfecho, o final é terrível e deixa claro que o objetivo do filme é criar uma franquia, em vez de contar uma história coerente e fechada em si só.

“Escape Room” é um filme que não consegue atingir todo seu potencial. É um filme de terror mediano que não assusta, não emociona, e se torna rapidamente, completamente esquecível.

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